quarta-feira, 6 de julho de 2011

INTRODUÇÃO AO PENTATEUCO

 ¨  Unidade e diversidade do Pentateuco
Os cinco primeiros livros da Bíblia formam o que se chama na tradição cristã – grega, depois latina – o Pentateuco. É uma palavra grega que designava os “cinco estojos” que encerravam os volumes ou rolos, as cinco partes daquilo que se chama em hebraico a Torá, palavra habitualmente traduzida por “Lei”.
Os títulos dos cinco livros do Pentateuco vêm do grego. Procuram dar uma idéia esquemática do conteúdo: as origens, Gênesis; a saída do Egito, Êxodo. O nome do Levítico corresponde ao papel dos filhos de Levi na legislação cultual, o dos Números provém dos recenseamentos das tribos; o Deuteronômio (em grego, a “segunda lei”) é como uma retomada, uma repetição da lei. A tradição judaica se contenta com designar cada um dos cinco livros pela sua primeira palavra hebraica mais importante (bereshit; shemôt; vayqra; bemidbar; debarym)
A divisão em cinco partes não quebra a unidade do conjunto, manifestada pela continuidade de um livro no outro. A atual divisão em capítulos, que data da Idade Média, pretende dar ao conjunto uma divisão mais ou menos regular para a comodidade da leitura e do estudo. Não se deve procurar no Pentateuco a composição rigorosa de um código moderno de leis ou de um tratado de teologia; e, apesar de seguir uma ordem cronológica, também não é um manual de história.

¨  A lei e a história
Muitos textos narrativos do Pentateuco têm por finalidade valorizar uma lei; outros relatos justificam uma instituição. A tradição judaica é mais sensível ao aspecto legislativo da Torá; a tradição cristã muitas vezes conservou mais os aspectos narrativos, a ponto de ver neles ma história da humanidade salva por Deus. Não há leis e narrativas, mas uma lei que é, ao mesmo tempo, história: a história e a lei do povo escolhido e constituído por Deus.

¨  Uma composição por etapas
Sem perder de vista a unidade do conjunto do Pentateuco, o leitor atento se surpreenderá com certos aspectos literários que traem uma composição complexa. Longe de empobrecer a leitura, essa atenção dispensada à diversidade de estilos e testemunhos contribui para revelar os cinco livros como uma suma na qual se fixaram as confissões de fé de Israel, cada qual à sua maneira, no decorrer dos séculos.
Desta forma, certos textos legislativos se repetem em contextos diferentes; o mesmo vale para as narrações. Não se trata de simples repetições. Cada um dos textos paralelos possui uma marca original. Também pode acontecer que uma narrativa desdobrada desse modo se apresente não só sob a forma de duas narrações distintas, mas como uma única narração na qual duas tradições se mesclam.
Tantas particularidades de estilo não se explicam apenas pela diferença de objetos tratados, mas também pelas maneiras distintas de confessar e de viver a fé no Deus único. Todos esses fenômenos literários deixam transparecer um longo processo de composição, até se chegar ao conjunto acabado e definitivamente fixado (séc. V a.C.).
Tradições religiosas e tradições literárias resultaram assim na formação do nosso Pentateuco. Hoje se concorda em reconhecer que quatro correntes principais contribuíram para a formação do conjunto, cada uma das quais projetando sua própria perspectiva sobre a história da aliança e de suas instituições, são elas: a tradição sacerdotal (P); a tradição deuteronômica (D); a tradição javista (J); a tradição eloísta (E).

¨  A composição definitiva do Pentateuco
A unidade do povo de Deus, fundada sobre a unicidade do próprio Deus, tornou indispensável conjunção gradativa dessas diversas formas de tradição. Várias gerações de redatores se dedicaram a isso: eles remanejaram e retocaram o conjunto, mas a preocupação de nada desperdiçar da herança dos pais levou-os a respeitar, o mais possível, a especificidade dos testemunhos antigos.
Esta hipótese de composição do Pentateuco proporciona uma leitura em profundidade dessa vasta obra, põe em foco sua mensagem como abordagens diversas do mesmo mistério; J, mais psicológica; E, mais preocupada em atestar a transcendência; P, mais atenta às realidades jurídicas e cultuais; D, valorizando a eleição e o amor.

¨  O sentido religioso de uma história
O Pentateuco se apresenta como história e lei. Não tem a forma de um tratado dogmático. O Pentateuco nos põe em face de um povo que diz como Deus o constituiu, protegeu e conduziu para um destino prodigioso. É na relação que Deus mantém com seu povo e, através dele, com a humanidade inteira que se encontra o sentido deste conjunto literário. A Lei é a pedagogia de Deus, que constitui um povo para si, moldando-o à sua imagem (“Deveis ser santo porque eu sou santo”, Lv 11,45), e, enfim, a expressão do pensamento religioso desse mesmo povo.

¨  A leitura cristã do Pentateuco
Com a dispersão do povo de Israel, o livro da Lei apareceu como fundamento de sua unidade, como aquilo que fazia dele um povo. A insistência recaiu sobre os aspectos jurídicos: é a fidelidade à Torá, uma Lei reguladora da vida cotidiana, que permite aos judeus dispersos serem ainda um povo.
Para o cristianismo, as promessas do Antigo Testamento já se realizaram, seu cumprimento deu-se em Cristo e a nova aliança consumou a antiga. Os acontecimentos atestados pelo Pentateuco anunciam e prefiguram a obra que Deus realizou por Cristo na Igreja, do mesmo modo que as instituições da antiga aliança prepararam e delinearam as instituições da nova. Para o Cristão, o que se diz do Templo e da liturgia aplica-se ao corpo de Cristo, novo santuário sobre o qual resplandece a glória de Deus (Jo 2,21).

Fonte: Bíblia TEB 

domingo, 26 de junho de 2011

O cristão é co-criador

Neste ano de 2011, a Campanha da Fraternidade abordou o tema: Fraternidade e a vida no planeta; e o lema: A criação geme em dores de parto (Rm 8,22). E este tema não é algo a ser refletido apenas no tempo da Quaresma. Podemos pensar que falar hoje de preservação ambiental pode ser apenas um modismo, no entanto, é mais do que nunca uma urgência do nosso tempo. A cada dia vamos acompanhando inertes a degradação do nosso planeta, como se não fôssemos responsáveis, ou não nos importasse o que se passa ao nosso redor. Na Carta Encíclica Spe Salvi, o papa Bento XVI afirma: “Se a Carta aos Hebreus diz que os cristãos não têm aqui neste mundo uma morada permanente, mas procuram a futura (cf. Hb 11,13-14; Fl 3,20), isto não significa de modo algum adiar para uma perspectiva futura1.
Quando olhamos para o relato da criação no livro do Gênesis, podemos aferir a grande responsabilidade que Deus dá ao ser humano. O Homem é criatura, mas diferentemente de todas as outras, só a ele é dada a missão de cuidar da criação (cf. Gn 1,26; 2,15). Nós hoje claramente vemos o quanto a tecnologia tem avançado, mais e mais a nossa vida tem se tornado cômoda graças a novos produtos. Ao que nos parece, tudo tem ficado cada vez mais rápido e fácil, a informação é algo que nos chega quase que instantaneamente, através de diversas vias comunicativas, principalmente, na atualidade a internet.
Vislumbrado pela sua capacidade intelectiva, cada vez mais o homem vai deixando Deus de lado e se colocando no centro. Parece-nos que hoje a sociedade tem substituído o Deus verdadeiro por um ídolo: a ciência. Toda a esperança do ser humano moderno, ou seja, sua felicidade, objetivos... tudo está enraizado na sua própria capacidade. Paradoxalmente também observamos que aumenta a violência, a tristeza, as desigualdades e tantas mazelas na sociedade hodierna. Nunca se ouvira falar de tantos e tantos casos de depressão, suicídios. Os psicólogos estão com seus consultórios abarrotados e clinicas lotadas. Por que isso? Não deveria ser o contrário do que se vê? Claro que “se ao progresso técnico não corresponde um progresso na formação ética do homem interior (cf. Ef 3,16; 2Cor 4,16), então aquele não é um progresso, mas uma ameaça para o homem e para o mundo2.
            A razão é um grande dom de Deus ao homem, no entanto, se não for orientada pela fé, pode tornar-se escândalo (skândalon), no sentido literal da palavra, ou seja, pedra que faz tropeçar. Pois “a ciência pode contribuir muito para a humanização do mundo e dos povos. Mas pode também destruir o homem e o mundo, se não for orientada que se encontram fora dela3. A mesma capacidade que o homem tem de criar novas tecnologias para a melhoria da qualidade de vida pode ser, se não ordenada retamente, utilizada para alimentar a indústria armamentista e da guerra.



1.       Bento XVI, Carta Encíclica Spe Salvi, n. 4; p. 10.
2.       Ibid., n. 22, p. 37.
3.       Ibid., n. 25, p. 41.

domingo, 29 de maio de 2011

SETOR UNIVERSIDADES



Enquanto Setor Universidades éramos conhecidos como Pastoral Universitária. No ano de 2001, a CNBB lançou um documento chamado Ação evangelizadora no meio universitário, falando da importância deste setor para a Igreja e a evangelização.

Em Fortaleza, este setor nasceu em agosto de 2010, com uma carta convite de D. José Luis Ferreira Sales, bispo auxiliar de Fortaleza. A nossa primeira reunião ocorreu em setembro do mesmo ano.

Desafios:
A sociedade atual é totalmente laicizante e cheia de tensões causadas por suas próprias ideologias. A sociedade vive uma crise de identidade em todos os sentidos. Vivemos um caminho de neo-paganismo, pois a religiosidade é vivida à medida da vontade própria, tomam-se elementos das diversas religiões, adequando-os a nós mesmos.
A Universidade não está fora disso. Por muitos a universidade é vista como ponto de partida ou de chegada, oportunidade de se tornar alguém.
Nosso primeiro desafio é um equilíbrio entre fé e razão. O jovem precisa rever seu modo de crer, é necessário amadurecer a sua experiência de Deus e fé. Para isso, convém construir uma identidade cristã dentro da universidade. É preciso conhecer o Evangelho, a Igreja e elaborar uma identidade cristã firme.
Segundo, é fazer a ciência adquirir um sentido de serviço. Precisamos mostrar que a ciência nos dá a base material, mas a fé, o fim último das coisas.
Finalmente, é não se fascinar com a tecnologia. É preciso criar relações consistentes no meio acadêmico. Gestar atitudes que fortaleçam nossa identidade de cristão.

Fazer com que se realize uma presença, por assim dizer, pública, constante e universal do pensamento cristão em todo o esforço dedicado a promover a cultura superior, e a formar todos os estudantes, para que se tornem homens e mulheres verdadeiramente insignes pelo saber, prontos a realizar tarefas responsáveis na sociedade e a testemunhar a própria fé perante o mundo. João Paulo II, Constituição Universidades Católicas, 1990, n. 9, p. 10

Contatos:

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Igreja Católica lança mangá do Papa Bento XVI

Imagem: Jornada Mundial da Juventude/ Divulgação
     Depois da criação do site Pope2you.net  com aplicativos para Facebook e iPhone, e um canal de vídeos no Youtube, o Papa agora virou mangá em gibi.
     É isso mesmo, a autoridade máxima da Igreja Católica aparece sorridente e cercada de adolescentes em revista que será distribuída na Jornada Mundial da Juventude, projeto de iniciativa de seu antecessor, o Papa João Paulo II (1920-2005).
     A Jornada Mundial da Juventude rola em Madri, na Espanha, entre 16 e 21 de agosto, reunindo cerca de 300 mil pessoas para acompanhar 100 espetáculos de todo o mundo. Seis atrações brasileiras estão confirmadas no evento: Rosa de Saron, Dominus, Irmã Kelly Patrícia, Márcio Cruz, Ministério Eucarístico e Comunidade Católica Shalom.
Da revista Ragga

A Bíblia em Mangá

     Esta é a história de Jesus como nunca se viu antes! A versão com traços orientais do Livro Sagrado foi idealizada para uma fácil compreensão dos fatos, parábolas e Evangelhos.

     A Bíblia em Mangá – O Novo Testamento mostra passagens essenciais e desafiadoras da vida do Filho de Deus, desde pouco antes de seu nascimento até sua ressurreição, sem deixar de lado as histórias dos apóstolos e suas pregações e também o Apocalipse.

     O livro cativa públicos de todas as idades e chama atenção para as passagens as quais se refere, com a indicação do Livro, Capítulo e Versículo correspondente da Bíblia, facilitando a interação entre o mangá e a obra original.

     A dinâmica da narrativa única dos mangás, que se assemelha à usada nos cinemas é o elo de ligação entre as histórias bíblicas e os leitores, que se intimidam ante o denso volume de informações encontrado no Livro Sagrado.

     A obra foi um sucesso de vendas no Reino Unido, seu país de origem, alcançando a notória marca das 50 mil cópias e liderando as listas do gênero mangá. A partir daí foi lançada também nos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Suécia, Dinamarca e Coréia do Sul, onde as vendas também foram um sucesso.

     Diferentes Igrejas e uma mesma opinião: “é uma nova publicação animadora, de estilo e discurso atuais. Vai transmitir a emoção da Bíblia de maneira única”. Estas são as palavras do arcebispo Rowan Williams, da Igreja Anglicana Canterbury, no Reino Unido.

     A versão original de A Bíblia em Mangá foi reconhecida pela Sociedade Bíblica Internacional como uma publicação que segue à risca o que está nos Livros Sagrados, porém com uma linguagem moderna.

A Bíblia em Mangá – O Novo Testamento
Formato:
13,5 x 20,5 cm
Autores: Ajinbayo e Akin Akinsiku
Páginas: 96 páginas
ISBN: 978-85-7787-094-3
Preço: R$ 9,90

Fonte: http://www.editorajbc.com.br/a-biblia-em-manga-novo-testamento/

sábado, 26 de março de 2011

AÇÃO DE SATANÁS NO MUNDO

1. Quem é Satanás?


As Sagradas Escrituras sempre deram testemunho de uma ação contrária à de Deus. Ao longo do tempo e evolução da Escritura e do pensamento do povo de Deus, fica claro que não é apenas uma “força” que atua contra Deus e os seus filhos, mas uma pessoa, que a Bíblia chama Satanás, (A palavra satanás vem da palavra hebraica Satã – significa adversário, rival, opositor; Diabo do grego diabolos – acusador, subversor).

O Catecismo da Igreja Católica afirma a existência desse ser pessoal que é inimigo de Deus e dos homens (Catec. 391 – 395; 2851). Negar a existência do Demônio é ir contra a Doutrina. Desde o início da história humana ele emprega-se em fazer o homem perecer (cf. Gn 3; Jo 8, 44; 1 Jo 3,8).

O Demônio é um ser espiritual de natureza angélica condenado eternamente (Is 14, 9-17; Ap 12, 7-10). Trata-se de uma existência de caráter integralmente espiritual. A palavra hebraica para espírito - ruah, significa fôlego, vento, hálito, donde deriva a palavra spiritus, em latim. Satanás não foi criado mal, no entanto, tornou-se mal por opção livre da sua vontade (Catec. 391).



2. A origem do mal

De onde procede o mal? Se Deus podia impedir o mal, e não o quis, onde está a sua bondade? (cf. Catec. 309–311) Esse foi um dos problemas que mais angustiaram a humanidade em todos os tempos, e que só encontra solução satisfatória no cristianismo. Santo Tomás de Aquino diz: “Nisto consiste a essência do mal: a privação do bem”. Portanto, o mal não é uma coisa, e sim a falta de alguma coisa. Por isso, o mal não existe por si mesmo, mas apenas como deficiência, como privação de algo. Logo, não foi criado por ninguém.

Poderíamos nos perguntar por que Deus permite a tentação (cf. Tg 1, 2-4.12-15; Catec. 412). Deus quis que os homens e os anjos fossem os agentes de sua própria felicidade ou se tornassem responsáveis pela própria desgraça, escolhendo por si mesmos se colaboravam ou não com a graça divina (Catec. 311). Deus não permitiria nenhum mal se dele não fosse capaz de retirar um bem do mesmo (cf. Catec. 312–313; Rm 8, 28).



3. O poder dos demônios

Poder dos demônios sobre a matéria

Já vimos anteriormente que a presença dos anjos em um lugar não se dá fisicamente, pois são seres incorpóreos, e sim por meio de sua atuação (contato operativo): os anjos estão onde atuam.

Poder dos demônios sobre os homens

Em relação ao homem, os demônios só podem operar de modo direto e imediato sobre aquilo quem nele é matéria, ou está em necessária dependência dela. No que se referem às funções intelectivas, os demônios só podem chegar a elas indireta e mediatamente. Em outros termos, os demônios podem agir diretamente sobre a parte corpórea do homem, mas apenas indiretamente sobre sua inteligência e sua vontade. O DEMÔNIO NÃO FORÇA: ELE PROPÕE, SUGERE, PERSUADE, ALICIA (cf. Gn 3, 4s; Mt 4, 1-11; 2Cor 11, 14).

Limites à ação dos demônios

Por mais poderoso que seja, como uma capacidade a qualquer outro ser criado, o demônio, no entanto, não é onipotente. Sendo mera criatura, ele tem suas limitações, decorrentes de três fatores: sua própria natureza, a condição particular de cada demônio e a vontade de permissiva de Deus (cf. Jó 1, 6-12; 2, 1-7; Lc 22, 31s; Catec. 395).



4. Ação ordinária e extraordinária do Demônio

Deus nos criou livres e espera de nós um livre consentimento à fé, sem que nisto sejamos influenciados por uma manifestação habitual do preternatural e do sobrenatural. Entretanto, para provar-nos, para que mereçamos a bem-aventurança eterna, permite Deus que o demônio nos atormente. Essa é a ação ordinária, comum, corrente do demônio, ou seja, a tentação. A extraordinária é o que chamamos infestação e possessão diabólica.

Tentação

Em seu sentido etimológico, tentar alguém significa pô-lo à prova para que se conheçam suas disposições ou qualidades. Podemos dividir em dois tipos de tentação: tentação probatória e tentação enganadora e sedutora. Nós nunca somos tentados além de nossas capacidades (cf. 1Cor 10, 13).

Infestação: local e pessoal

A infestação é uma perturbação exercida pelo demônio sobre algum local ou pessoa. Dependendo do objeto da perturbação podemos defini-las como infestação local ou pessoal. A infestação local consiste na atividade que o demônio exerce diretamente sobre a matéria inanimada, animada inferior, e também sobre lugares, procurando deste modo atingir indiretamente o homem, sempre em um modo maléfico. Já a infestação pessoal é uma perturbação que o demônio exerce sobre uma pessoa, diretamente, sem impedir-lhe o uso da inteligência e da vontade.

Possessão diabólica

A possessão consiste em um domínio que o demônio exerce diretamente sobre o corpo e indiretamente sobre a alma de uma pessoa. Esta se converte em um instrumento cego, dócil, fatalmente obediente ao poder perverso do demônio. A presença operante do demônio no endemoniado não é contínua, mas se manifesta por períodos de crise. Não falta ao demônio poder nem vontade de atormentar ininterruptamente sua vítima, tal o ódio que tem ao homem; Deus é que não o permite, pois a pessoa não resistiria.



5. Ação no mundo

Ninguém duvida que o diabo está engajado numa batalha contra cada pessoa. Mas Satanás olha mais adiante. Ele não está interessado apenas nas pessoas, do ponto de vista individual, mas também nos agrupamentos de pessoas, nos parlamentos, nas culturas, nas nações e na sociedade (cf. 1Cr 21,1; 1Tm 4, 1-4; 1Jo 2, 16; 5, 19; Ap 12, 13-17).

“O Mal não é meramente a ausência de algo, mas é uma força ativa, um ser vivo e espiritual que é pervertido e que perverte aos outros. É uma realidade terrível, misteriosa e amedrontadora” (Papa Paulo VI em discurso no dia 15 de novembro de 1972).



Ir Franklins Marques Torres, NJ (noviço)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O Instituto Religioso Nova Jerusalém está lhe proporcionando uma oportunidade de ter um encontro novo com a Palavra de Deus. Venha! Participe de nosso curso de iniciação bíblica que se dará no período de 26 de março a 25 de junho das 17:30h às 19:00h na igreja matriz de Cristo Redentor.
A inscrição tem o valor de R$ 15,00 (com direito à apostila e agenda NJ) e a mensalidade R$ 5,00.
Mais informações ligue: 3228 1121/3228 1230.
Para ver o cartaz clik na imagem.